Adair Alves de Almeida,

 Presidência da Federação Mineira de Jiu-Jitsu. 

Esporte, sonho e realidade
 A importância do esporte é reconhecida universalmente e sua prática raramente deixa de beneficiar o seu praticante com uma boa saúde física. Todos os esportes são bons e o seu uso benéfico depende de como pratica-lo e a sua finalidade. E não há idade para iniciar e se manter nele. Para os mais jovens o esporte competitivo é o ideal, para crianças e os mais idosos o esporte como laser é mais salutar. Não obstante, no jiu-jitsu e noutras modalidades há competidores homens e mulheres com até mais de 60 anos em pleno vigor da prática, disputa e conquista de medalhas, sem ter causado danos a eles, ao contrario!

A satisfação na conquista de uma medalha, conseguida através do treinamento árduo e continuado. O temor de perder a competição, o dissabor ao ver seu oponente portando a medalha que poderia estar no seu peito, logo passa. A esperança de ser o ganhador na próxima é maior que a frustração daquele instante. Numa competição não há perdedores, somente ganhadores. O simples fato de ter participado coloca o competidor num plano superior, diferente, especial.

Vitória e derrota devem ser tratadas com o mesmo respeito. A vitória não deve proporcionar demasiada vaidade e orgulho, assim como a derrota não deve causar inconformismo e desânimo. O mais difícil numa competição não é a derrota em si, mas saber enfrentá-la com serenidade. O melhor entre os melhores sempre encontrara um ainda melhor. É a lei natural das coisas.
Quem perde a luta também deve ser para-benizado. Entretanto aquele que se desculpa dizendo que perdeu porque estava muito ruim deve ser corrigido, pois deveria ter dito "entrei para ganhar, mas perdi, o meu oponente foi melhor". Este soube perder com dignidade. Com certeza continuará competindo em busca da sua vitória.

"Seja como for o esporte não poderia deixar de
atrair, pois fomenta sonhos, proporciona
alegria incomparável e
edifica a esperança"


A importância que alguns dizem dar ao esporte, incluindo a classe política, não se iguala à importância dada a ele pelos que o praticam a quem o dirige, dele sobrevive, que o divulga, nele gasta tempo e dinheiro, enfim tornou-a parte da sua vida. Em relação ao jiu-jitsu, o esporte que entendo um pouco e que há tantos anos busco alguns benefícios junto aos poderes públicos, em prol da Federação e das equipes ativistas sempre presentes no campeonato estadual, ainda permanecem ignoradas, tais como: 1) - Isentar a academia da taxa do alvará de localização ou reduzi-la onde desenvolve as aulas de jiu-jitsu; 2)- Isentar a academia de jiu-jitsu da taxa de propaganda quando feita no local ou reduzi-la: 3)- Manter apoio às equipes participantes do campeonato esta-dual; 4) - Isentar ou criar imposto especial para as pequenas equipes federadas, com parcos recursos, rendimentos menores e até dificuldade para sobreviver, mas igualmente empenhada na realização esportiva. Outros ainda somente concedidos ao esporte privilegiado.

A longa experiência me alerta e me faz lembrar que o tempo é como o avião, passa voando, e nele embarcado também se vão as promessas feitas. Mesmo assim continuo na expectativa de ver o meu sonho idealista ainda ser materializado e dirigido à bandeira que empunho, do esporte ao qual me dediquei - o jiu-jitsu.

 

 
 
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